{
  "version": "https://jsonfeed.org/version/1",
  "title": "Digital life on Tiago Lima",
  "icon": "https://avatars.micro.blog/avatars/2024/50/1606378.jpg",
  "home_page_url": "https://micro.vercosa.org/",
  "feed_url": "https://micro.vercosa.org/feed.json",
  "items": [
      {
        "id": "http://tiagolima.micro.blog/2026/07/25/talvez-eu-finalmente-queira-um.html",
        "title": "Talvez eu finalmente queira um dobrável",
        "content_html": "<p>Nem me lembro da última vez em que um smartphone Android realmente chamou a minha atenção. Meu último Android como aparelho principal foi um Samsung Galaxy S21. Eu havia acabado de trocar um S10+ por ele e já estava com a sensação de que era tudo &ldquo;mais do mesmo&rdquo;.</p>\n<p>Mesmo durante a febre dos celulares dobráveis, o único formato que despertou algum interesse em mim foi o dos modelos <em>flip</em>, como a linha Galaxy Z Flip, da própria Samsung.</p>\n<p>No entanto, no lançamento recente da Samsung, em Londres, a empresa apresentou um novo formato de dobrável, que vem sendo divulgado como <em>passport</em>, e, confesso, ele chamou bastante a minha atenção. O <strong>Samsung Galaxy Z Fold 8</strong>, com esse novo design, despertou aquela vontade de experimentar o aparelho. Não por causa do sistema operacional ou da marca, mas pelo formato em si.</p>\n<p>A impressão que tenho é que ele pode ser mais confortável tanto para transportar no bolso quanto para produzir conteúdo, trabalhar e consumir mídia, especialmente vídeos no YouTube, filmes e séries.</p>\n<p>Confesso que, quando ele chegar às lojas, vou querer vê-lo de perto para descobrir se essa impressão faz sentido ou se é apenas entusiasmo de lançamento.</p>\n<p>Se vou comprar? Aí já é outra história. 💸🥲</p>\n",
        "date_published": "2026-07-25T12:31:24-03:00",
        "url": "https://micro.vercosa.org/2026/07/25/talvez-eu-finalmente-queira-um.html",
        "tags": ["Blogging","Digital life","Technology"]
      },
      {
        "id": "http://tiagolima.micro.blog/2026/07/12/com-a-rotina-que-venho.html",
        
        "content_html": "<p>Com a rotina que venho mantendo nos últimos três anos, tornou-se impraticável usar o <a href=\"https://archlinux.org\">Arch Linux</a> como distribuição principal no meu laptop. Como às vezes passo semanas sem atualizar o sistema, quando finalmente faço a atualização, quase sempre algum pacote acaba apresentando problemas. No fim, preciso dedicar um tempo considerável para corrigir essas falhas e deixar o computador utilizável novamente.</p>\n<p>Após alguns conselhos de colegas, resolvi instalar o <a href=\"https://fedoraproject.org/\">Fedora</a>. Apesar de usar distribuições Linux desde meados de 2008, esta será a primeira vez que utilizarei o Fedora.</p>\n<img src=\"https://cdn.uploads.micro.blog/163319/2026/screenshot-from-2026-07-12-14-26-05.png\" width=\"600\" height=\"476\" alt=\"\">\n",
        "date_published": "2026-07-12T14:34:10-03:00",
        "url": "https://micro.vercosa.org/2026/07/12/com-a-rotina-que-venho.html",
        "tags": ["Digital life","Technology"]
      },
      {
        "id": "http://tiagolima.micro.blog/2026/06/20/sempre-gostei-muito-do-windows.html",
        
        "content_html": "<p>Sempre gostei muito do Windows, até porque foi o primeiro sistema operacional que usei, lá no final de 1995 — o Windows 95. Mas, atualmente, é o pior SO. Desnecessariamente inchado, com anúncios no menu Iniciar, atualizações forçadas que interrompem o fluxo de trabalho, telemetria pesada por todos os lados, visual pouco polido e que ainda exige cuidados constantes para funcionar bem.</p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n  <img src=\"https://cdn.uploads.micro.blog/163319/2026/image.png\"\n       alt=\"Tela inicial do Windows 95\"\n       style=\"width: 50%;\">\n</div>\n<p>Comparado ao macOS — polido, sem anúncios e com ótima integração — e às distribuições Linux — que oferecem liberdade, eficiência e leveza —, o Windows se tornou o pior entre os sistemas operacionais para computadores. E o pior, não vemos a Microsoft fazer nada para mudar esse cenário.</p>\n",
        "date_published": "2026-06-20T18:45:06-03:00",
        "url": "https://micro.vercosa.org/2026/06/20/sempre-gostei-muito-do-windows.html",
        "tags": ["Digital life","Technology","Productivity"]
      },
      {
        "id": "http://tiagolima.micro.blog/2026/05/21/ainda-tem-salvao.html",
        "title": "Ainda tem salvação?",
        "content_html": "<p>Eu posso estar enganado, mas parece que a Microsoft, a cada ano, vem se sabotando. O <em>enshittification</em> do Windows 11 é um dos sinais mais claros. O sistema operacional é um amontoado de retalhos, ainda com códigos do extinto Windows 95, cheio de botões do Copilot desnecessários, um <em>explorer</em> lento&hellip; ainda por cima tenta empurrar anúncios em um produto que já é pago, ou seja, além de pagar pelo produto, sou obrigado a ficar vendo anúncios.</p>\n<p>Eu estou me desfazendo do único produto que ainda possuo da Microsoft, o Microsoft 365 <strong>Copilot</strong> — tem Copilot em tudo —, porque o serviço parou de funcionar do nada no meu computador. Isso me forçou a ter que baixar manualmente, direto do navegador, todos os meus arquivos que estavam sincronizados para continuar trabalhando.</p>\n<p>Não sei se o que prometeram em um <a href=\"https://blogs.windows.com/windows-insider/2026/03/20/our-commitment-to-windows-quality/\">post no Blog oficial</a> será o suficiente para &ldquo;salvar&rdquo; o Windows, que está perdendo mercado a cada passo.</p>\n",
        "date_published": "2026-05-21T22:48:26-03:00",
        "url": "https://micro.vercosa.org/2026/05/21/ainda-tem-salvao.html",
        "tags": ["Digital life","Technology","Productivity"]
      },
      {
        "id": "http://tiagolima.micro.blog/2026/04/03/acabei-de-ajustar-as-configuraes.html",
        
        "content_html": "<p>Acabei de ajustar as configurações da minha antiga instalação do Archlinux no meu computador antigo. Para mim, isso é extremamente nostálgico, já que foi durante a pandemia que moldei todo o meu fluxo de trabalho para o Arch e, ao restaurá-lo, trouxe boas recordações. <strong>É ótimo ter um sistema que realmente é seu!</strong></p>\n",
        "date_published": "2026-04-03T00:42:57-03:00",
        "url": "https://micro.vercosa.org/2026/04/03/acabei-de-ajustar-as-configuraes.html",
        "tags": ["Digital life","Technology"]
      },
      {
        "id": "http://tiagolima.micro.blog/2026/03/15/preservando-a-memria-das-minhas.html",
        "title": "Preservando a memória das minhas anotações com o Obsidian",
        "content_html": "<p>Desde 2011, faço anotações de inúmeras coisas do meu dia a dia, mas muitas dessas anotações se perderam com o tempo — mais precisamente por puro descuido meu em não gerenciar os registros — e, consequentemente, não tenho mais essas notas. Porém, desde quando resolvi usar a <a href=\"https://stephango.com/file-over-app\">filosofia <em>File over app</em> apresentada pelo Kepano</a> — atual CEO do Obsidian —, venho transferindo gradualmente as anotações que tenho em aplicativos como Evernote, Onenote, AppleNotes e Bear Notes para o Obsidian. Dessa forma, consigo gerenciar localmente minhas notas que, agora, são arquivos Markdown no meu computador.</p>\n<p>Não lembro exatamente quando comecei a usar o Obsidian, acredito que desde meados de 2021 para fazer anotações dos mais variados tipos. O meu cofre atende a múltiplos propósitos: estudo e minha pesquisa acadêmica (doutorado em física), gestão de conhecimento pessoal, produtividade, programação e blog pessoal. Houve uma evolução clara do meu sistema de anotações livres para uma abordagem mais estruturada com um “banco de dados” — usando o <a href=\"https://help.obsidian.md/bases\">bases</a> — e <em>templates</em>.</p>\n<p>Durante o processo de importação das minhas notas, notei que, embora eu tenha muitas notas antigas, muitas delas perderam seus metadados. Informações importantes como data e hora de criação, local e imagens foram perdidas e, infelizmente, são irrecuperáveis. Para uma pessoa nostálgica como eu, é realmente angustiante ter um registro, mas não ter informações detalhadas sobre onde e como ele foi criado.</p>\n<h2 id=\"a-solução-foi-um-plugin-do-obsidian\">A solução foi um plugin do Obsidian</h2>\n<p>Com as notas antigas, nada posso fazer. No entanto, para não arriscar perder algumas informações das notas que venho criando atualmente, estou tomando o cuidado de, ao criar uma nota, usar a data e hora como “título da nota”<sup id=\"fnref:1\"><a href=\"#fn:1\" class=\"footnote-ref\" role=\"doc-noteref\">1</a></sup>. Como uso o Obsidian para escrever minhas anotações, tem um plugin nativo que facilita muito a minha vida. O <em><a href=\"https://help.obsidian.md/plugins/unique-note\">Unique Note Creator</a></em> é um plugin perfeito na sua simplicidade — me lembrou a filosofia UNIX, sobre a qual pretendo escrever um post futuramente —, ele apenas cria uma nota com um identificador único que pode ser configurado pelo usuário e por padrão vem no formato <code>YYYYMMDDHHmm</code>, que simplesmente significa ANO-MÊS-DIA-HORA-MINUTO.</p>\n<p><img src=\"https://cdn.uploads.micro.blog/163319/2026/plugin-unique.png\" alt=\"\"></p>\n<p>Esse formato garante que a nova nota seja única, exceto se você criar duas ou mais notas no intervalo de um minuto, nesse caso a nota segue uma numeração sequencial iniciando a partir do minuto registrado na primeira nota. Essa abordagem me garante que eu sempre saiba, pelo menos, o dia e a hora daquela minha anotação. Para complementar a informação da nota, após a sequência de números, eu escrevo duas ou três palavras que referenciam a nota na sua totalidade, como um tipo de palavras-chave.</p>\n<p><img src=\"https://cdn.uploads.micro.blog/163319/2026/plugin-unique-config.png\" alt=\"\"></p>\n<p>O título da nota propriamente dito, coloco em uma <a href=\"https://help.obsidian.md/properties\">propriedade de texto</a> chamada <code>title</code> (título em inglês). Aqui, por ser um campo de texto, posso escrever livremente o título da nota.</p>\n<p>Toda essa abordagem, no começo, pode parecer besteira, mas após acumular notas com anos de existência, você com certeza vai querer saber, pelo menos, quando cada uma foi escrita. Acredito que essa metodologia irá resolver parcialmente o problema de perda de metadados das minhas anotações, pelo menos a data e a hora de criação estarão preservadas no nome do arquivo.</p>\n<section class=\"footnotes\" role=\"doc-endnotes\">\n<hr>\n<ol>\n<li id=\"fn:1\" role=\"doc-endnote\">\n<p>No Obsidian, o título se confunde com o nome do arquivo. Como as notas do Obsidian são arquivos locais no formato Markdown, o nome dos arquivos aparece no topo da nota, como um título.&#160;<a href=\"#fnref:1\" class=\"footnote-backref\" role=\"doc-backlink\">&#x21a9;&#xfe0e;</a></p>\n</li>\n</ol>\n</section>\n",
        "date_published": "2026-03-15T21:59:46-03:00",
        "url": "https://micro.vercosa.org/2026/03/15/preservando-a-memria-das-minhas.html",
        "tags": ["Blogging","Long post","Digital life","Obsidian"]
      },
      {
        "id": "http://tiagolima.micro.blog/2026/02/23/o-quo-difcil-se-tornou.html",
        
        "content_html": "<p>É impressionante como se tornou difícil encontrar um navegador que realmente atenda às minhas necessidades. Gosto muito do Firefox e o utilizo desde meados de 2008, mas quase diariamente surge uma notícia desanimadora — ora sobre seu desempenho, ora sobre falhas que podem comprometer o hardware. Às vezes cogito o Chrome, mas sua fama de &lsquo;devorador&rsquo; de RAM, somada à pesada telemetria do Google, me faz passar longe.</p>\n<p>Já me sugeriram o Brave, o Edge, o Arc e tantos outros, mas, para mim, não passam do Google Chrome com uma roupagem diferente, um Chromium com skin. Quanto ao Safari, após a atualização para o macOS 26, ele ficou visualmente desagradável, <a href=\"/2026/02/18/recentemente-adquiri-um-macbook-com.html\">parecendo um aplicativo infantil</a>.</p>\n<p>Sempre procuro o navegador ideal para definir como meu padrão, mas acabo sempre retornando ao Firefox. Para mim, é uma opção consolidada que oferece o equilíbrio certo de privacidade, após alguns ajustes manuais, é claro.</p>",
        "date_published": "2026-02-23T19:53:02-03:00",
        "url": "https://micro.vercosa.org/2026/02/23/o-quo-difcil-se-tornou.html",
        "tags": ["Books","Blogging","Internet","Digital life"]
      },
      {
        "id": "http://tiagolima.micro.blog/2026/02/18/recentemente-adquiri-um-macbook-com.html",
        
        "content_html": "<p>Recentemente, adquiri um MacBook com o macOS 15 Sequoia. Anteriormente, utilizava o macOS 26 Tahoe e, ao fazer o “downgrade”, notei o quanto a versão anterior era mais esteticamente agradável, minimalista e bem acabada, com uma cara de que realmente é um sistema operacional.</p>\n<p>O design do SO Tahoe é excessivamente arredondado, dando a impressão de que os designers da Apple estavam com preguiça. Achei o SO feio, desajeitado e meio infantil, como se tivesse sido criado por adolescentes.</p>\n<p>Eu sei que precisarei atualizar em algum momento, mas não quero fazer por hora.</p>\n<img src=\"https://cdn.uploads.micro.blog/163319/2026/ee62e4fe7d.jpg\">\n",
        "date_published": "2026-02-18T21:17:49-03:00",
        "url": "https://micro.vercosa.org/2026/02/18/recentemente-adquiri-um-macbook-com.html",
        "tags": ["Photos","Books","Digital life"]
      },
      {
        "id": "http://tiagolima.micro.blog/2026/02/16/privacidade-quem-realmente-se-importa.html",
        "title": "Privacidade: Quem Realmente se Importa?",
        "content_html": "<p>Recentemente, têm veiculado notícias de que o WhatsApp estaria “enganando” os usuários quanto à sua criptografia de ponta a ponta (E2EE). Uma ação coletiva no tribunal federal dos EUA alega que a promessa de criptografia é enganosa. A acusação surgiu a partir de relatos de que funcionários da Meta poderiam acessar mensagens por meio de sistemas internos; a empresa, no entanto, nega as acusações afirmando que “nem mesmo o WhatsApp” pode ler as mensagens do usuário.</p>\n<p>Mas quem, <strong>realmente</strong>, se importa com a privacidade de suas mensagens?</p>\n<p>Notícias como essa não são novidade nos últimos anos. Empresas como Google e Meta apresentam um modelo de negócios em que os dados de seus usuários são seus produtos. Essa coleta agressiva de dados, somada à tentativa de manter os usuários ligados nas telas praticamente 100% do tempo, levanta um questionamento muito pertinente na “era dos dados”.</p>\n<p>Com a ascensão de modelos de IA em todas as áreas, está cada vez mais difícil preservar sua privacidade na internet. Por exemplo, uma tendência que incentiva usuários de redes sociais a solicitar caricaturas próprias a esses modelos — incluindo nome e detalhes relacionados à profissão — representa um risco real, <a href=\"https://www.theregister.com/2026/02/11/ai_caricatures_social_media_bad_security/\">alertam analistas de segurança</a>. Isso pode abrir brechas que permitiriam a cibercriminosos usar ferramentas de inteligência para descobrir o e-mail, empregar ataques de phishing e até mesmo visualizar o histórico de <em>prompts</em> caso obtivessem acesso ao login.</p>\n<p>Então surge novamente a pergunta. <strong>Quem, realmente, se importa com a privacidade de seus dados?</strong></p>\n<p>Mesmo diante de todos esses relatos, como a tendência das caricaturas e o uso de mensageiros com políticas de privacidade duvidosas, a utilização dessas ferramentas no dia a dia continua em alta. Nas últimas semanas, o status do meu WhatsApp — sim, eu uso o WhatsApp, porque sem ele fico quase incomunicável — foi tomado por diversas dessas caricaturas. Não observo uma preocupação consistente da população em proteger a privacidade de seus dados nas grandes redes.</p>\n<p>Tenho a impressão de que, desde o início dos anos 2010, deixamos de ter uma vida verdadeiramente privada. Aparentemente, poucos se importam com isso, e a tendência é que a situação se agrave. Procuro fazer a minha parte: tento evitar serviços que exploram excessivamente meus dados e, sempre que possível, busco conscientizar as pessoas sobre os riscos de expor seus dados na rede mundial de computadores.</p>\n<p>PS.: <em>procuro usar o <a href=\"https://signal.org/\">Signal </a>como meu mensageiro principal, mas, infelizmente, ainda dependo muito do WhatsApp, principalmente para trabalho.</em></p>\n",
        "date_published": "2026-02-16T22:26:56-03:00",
        "url": "https://micro.vercosa.org/2026/02/16/privacidade-quem-realmente-se-importa.html",
        "tags": ["AI","Privacy","Blogging","Internet","Digital life"]
      },
      {
        "id": "http://tiagolima.micro.blog/2026/02/15/a-versatilidade-de-construir-um.html",
        
        "content_html": "<p>A versatilidade de construir um site estático com o Hugo é impressionante. Em questão de minutos, consegui adicionar um segundo idioma ao meu site. Agora, além do português do Brasil, ele também está disponível em inglês. Ainda preciso traduzir os posts antigos para o novo idioma, mas toda a estrutura e apresentação do site já se encontram disponíveis em inglês: <a href=\"https://vercosa.org/en\">vercosa.org</a></p>\n",
        "date_published": "2026-02-15T17:15:31-03:00",
        "url": "https://micro.vercosa.org/2026/02/15/a-versatilidade-de-construir-um.html",
        "tags": ["Blogging","Internet","Digital life"]
      },
      {
        "id": "http://tiagolima.micro.blog/2026/02/08/seu-prprio-espao-no-meio.html",
        "title": "Seu próprio espaço no meio do ruído da internet",
        "content_html": "<p>Recentemente assisti a um <a href=\"https://youtu.be/bZTEWNwt9FQ?si=IeIu3eHqV2LAtiRp\">vídeo de Vladimir Campos</a> no qual ele incentiva a criação de um blog pessoal. A proposta é bastante pertinente e reflete um movimento crescente de conscientização entre pessoas que, <a href=\"https://tiagolima.me/2026/01/25/o-caminho-de-volta-ao.html\">assim como eu</a>, se sentem sufocadas pelos algoritmos invasivos das grandes plataformas digitais. Além disso, <a href=\"https://crieaporradeum.blog/\">há uma postagem</a>, escrita em tom divertido e jocoso, em um blog que apresenta, de forma bastante bem-humorada, as vantagens de manter um espaço próprio na internet.</p>\n<p>Retomando o vídeo, o apresentador destaca o quanto pode ser gratificante construir a própria “morada” na internet, moldada pelo seu estilo e pela sua personalidade. Cada blog acaba sendo único, refletindo, dentro do possível, carregando a natureza de quem o cria. Pode-se até argumentar que falta conhecimento técnico para colocar um blog no ar ou mesmo para hospedar um site pessoal. No entanto, é justamente nesse processo de descoberta, aprendizado e construção que reside grande parte do encanto dessa experiência.</p>\n<p>Não é necessário fazer tudo de uma só vez, nem construir algo completo da noite para o dia. O aprendizado envolvido na criação do blog faz parte do processo, assim como os erros que surgem ao longo do caminho. Com o auxílio das diversas ferramentas de inteligência artificial disponíveis, é possível pesquisar, tirar dúvidas e aprender gradualmente. Esse percurso, feito passo a passo, acaba criando um certo apego emocional àquilo que está sendo desenvolvido, afinal, trata-se de algo que você constrói, ajusta e evolui com o tempo.</p>\n<p>Com o blog estruturado, funcional e pronto para uso, sem a necessidade de ser algo grandioso ou sofisticado, bastando que seja autêntico e reflita o seu gosto, chega o momento de publicar e produzir conteúdo. É a oportunidade de exercitar a escrita, dedicando mais atenção e cuidado ao que será compartilhado. Diferentemente da interações efêmeras, como os comentários em fotos ou respostas rápidas em publicações alheias, o que é publicado em um blog tende a ser mais duradouro. Trata-se do seu espaço e da forma como você escolhe se apresentar ao mundo por meio da internet. Escrever é um exercício exigente, e somente a prática contínua permite o desenvolvimento de textos mais consistentes e bem elaborados.</p>\n<p>Espero que, nos próximos anos, a quantidade de blogs continue a crescer. Faz-se necessário resgatar interações mais humanas na internet, reduzindo a dependência de sistemas automatizados que, muitas vezes, direcionam nossa atenção e consomem um tempo que poderia ser empregado de forma mais consciente e proveitosa.</p>\n",
        "date_published": "2026-02-08T14:51:57-03:00",
        "url": "https://micro.vercosa.org/2026/02/08/seu-prprio-espao-no-meio.html",
        "tags": ["Blogging","Long post","Internet","Digital life"]
      },
      {
        "id": "http://tiagolima.micro.blog/2026/02/07/observando-e-testando-com-curiosidade.html",
        
        "content_html": "<p>Observando e testando, com curiosidade, o tema <a href=\"https://imfing.github.io/hextra/\">Hextra</a>￼ para colocar no ar o meu projeto pessoal. Gostei bastante da forma como o tema separa as postagens do blog de uma seção chamada Documentação (<em>Documentation</em>). Esta última parece ideal para o que estou pensando em desenvolver. Não se trata exatamente de uma documentação, mas de algo semelhante. Preciso de uma estrutura organizada, com hierarquia e conexões coerentes entre os temas.</p>\n<p>Vai dar um pouco de trabalho, mas será prazeroso iniciar esse projeto. Exigirá muita dedicação e conhecimento técnico, além de experiência, para que tudo funcione como imagino. Ainda assim, acredito que minha maior dificuldade será encontrar o tempo necessário para manter a constância na evolução do projeto. Atualmente, só disponho dos fins de semana para trabalhar nele e, às vezes, nem todos estão disponíveis.</p>\n",
        "date_published": "2026-02-07T12:47:37-03:00",
        "url": "https://micro.vercosa.org/2026/02/07/observando-e-testando-com-curiosidade.html",
        "tags": ["Internet","Digital life"]
      },
      {
        "id": "http://tiagolima.micro.blog/2026/01/25/o-caminho-de-volta-ao.html",
        "title": "O caminho de volta ao blog",
        "content_html": "<p><img src=\"https://cdn.uploads.micro.blog/163319/2026/old-pc.png\" alt=\"Escritório nostálgico\"></p>\n<p>O primeiro <em>long-post</em> no blog não poderia ser diferente: precisava contar o que me fez sair das redes sociais e me aventurar na criação deste blog. O desejo de criar um blog não é recente e remete ao início dos anos 2000. Não vou escrever neste post toda essa história, até porque ficaria enfadonho, mas, em publicações futuras, pretendo contar um pouco de como surgiu a minha vontade de criar um blog.</p>\n<p>Recordo-me de que, naquela época, navegava pela internet e via uma enxurrada de blogs sobre os mais diversos assuntos. Com o tempo, essa quantidade de sites, que tinham a cara de seus criadores, foi diminuindo e dando lugar às grandes empresas de tecnologia e às suas redes sociais centralizadas. Foi então que surgiram os hoje falecidos Orkut (2004) e MySpace (2002/2003), bem como os ainda em operação Facebook (2004), Twitter/X (2006) e LinkedIn (2003), entre outros menos conhecidos.</p>\n<p>Com a evolução dessas redes, passei a experimentar um ambiente saturado por propagandas, rastreadores, robôs, manipulações de feed, algoritmos viciantes e as já famigeradas rolagens infinitas. Havia momentos em que entrava em um túnel que, quando me dava conta, já haviam se passado vários minutos da minha vida, fazendo absolutamente nada. <strong>Precisava parar!</strong></p>\n<p>Nessa busca por uma alternativa, resolvi me afastar cada vez mais das redes sociais tradicionais e centralizadas para me aventurar na blogosfera. Após inúmeras tentativas frustradas de conectar o blog aos protocolos <a href=\"https://activitypub.rocks/\">ActivityPub</a> e <a href=\"https://atproto.com/\">AT Protocol</a>, a fim de obter interações vindas do <a href=\"https://mastodon.social/@vercosa\">Mastodon</a> e do <a href=\"https://bsky.app/profile/tiagolima.me\">Bluesky</a>, respectivamente, veio a escolha pelo <a href=\"https://micro.blog/vercosa\">Micro.blog</a>. A plataforma ofereceu diversas facilidades, permitindo a publicação tanto de posts curtos quanto de ensaios mais longos, além do <em>cross-posting</em> entre várias plataformas, poupando-me um tempo que muitas vezes não tenho.</p>\n<p>Por meio de um agregador, consegui reencontrar uma tranquilidade na internet que havia anos não experimentava. Agora sigo apenas blogs sobre temas que realmente me interessam e que agregam de alguma forma, seja por conhecimento, informação ou simples distração. E, se eu puder lhe dar uma sugestão: crie um blog e fuja das manipulações que as redes sociais nos impõem.</p>\n",
        "date_published": "2026-01-25T22:25:09-03:00",
        "url": "https://micro.vercosa.org/2026/01/25/o-caminho-de-volta-ao.html",
        "tags": ["Books","Fediverse","Long post","Internet","Digital life"]
      }
  ]
}
