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    <title>Internet on Tiago Lima</title>
    <link>https://micro.vercosa.org/categories/internet/</link>
    <description></description>
    
    <language>pt</language>
    
    <lastBuildDate>Mon, 01 Jun 2026 22:03:07 -0300</lastBuildDate>
    
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      <title></title>
      <link>https://micro.vercosa.org/2026/06/01/qual-o-problema-de-as.html</link>
      <pubDate>Mon, 01 Jun 2026 22:03:07 -0300</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Qual é o problema de as grandes empresas de tecnologia não fornecerem um serviço de WebDAV? Tudo bem que o protocolo é antigo, mas é muito útil para acessar arquivos em servidores remotos como se fossem locais, além de possuir uma conexão facilitada com alguns aplicativos. Agora, estou precisando de mais armazenamento no &lt;a href=&#34;https://www.zotero.org/&#34;&gt;Zotero&lt;/a&gt; e, como ele suporta WebDAV, seria uma ótima solução para mim. Fuçando a internet, encontrei o &lt;a href=&#34;https://www.koofr.eu/&#34;&gt;Koofr&lt;/a&gt;, um serviço que eu não conheço, mas vale a pena testar para, pelo menos, usar o WebDAV e armazenar os PDFs do Zotero.&lt;/p&gt;
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      <title></title>
      <link>https://micro.vercosa.org/2026/02/23/o-quo-difcil-se-tornou.html</link>
      <pubDate>Mon, 23 Feb 2026 19:53:02 -0300</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;É impressionante como se tornou difícil encontrar um navegador que realmente atenda às minhas necessidades. Gosto muito do Firefox e o utilizo desde meados de 2008, mas quase diariamente surge uma notícia desanimadora — ora sobre seu desempenho, ora sobre falhas que podem comprometer o hardware. Às vezes cogito o Chrome, mas sua fama de &amp;lsquo;devorador&amp;rsquo; de RAM, somada à pesada telemetria do Google, me faz passar longe.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já me sugeriram o Brave, o Edge, o Arc e tantos outros, mas, para mim, não passam do Google Chrome com uma roupagem diferente, um Chromium com skin. Quanto ao Safari, após a atualização para o macOS 26, ele ficou visualmente desagradável, &lt;a href=&#34;https://micro.vercosa.org/2026/02/18/recentemente-adquiri-um-macbook-com.html&#34;&gt;parecendo um aplicativo infantil&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sempre procuro o navegador ideal para definir como meu padrão, mas acabo sempre retornando ao Firefox. Para mim, é uma opção consolidada que oferece o equilíbrio certo de privacidade, após alguns ajustes manuais, é claro.&lt;/p&gt;</description>
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      <title>Voltando ao Micro.blog</title>
      <link>https://micro.vercosa.org/2026/02/22/aps-uma-rpida-conversa-com.html</link>
      <pubDate>Sun, 22 Feb 2026 20:27:45 -0300</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Após uma rápida conversa com &lt;a href=&#34;https://mastodon.social/@leandromaciel&#34;&gt;Leandro Maciel&lt;/a&gt; no Mastodon, fiz a seguinte pergunta: Será que eu conseguiria personalizar o tema do meu blog hospedado no Micro.blog? A resposta curta é sim!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sentei-me em frente ao computador e comecei a arquitetar como o Hugo — motor responsável por gerar sites estáticos — renderiza o blog e como o tema é estruturado. Analisando o &lt;a href=&#34;https://github.com/jimmitchell/mnml&#34;&gt;repositório&lt;/a&gt; do tema, rapidamente consegui criar uma página inicial para o meu blog, com uma pequena apresentação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fiquei muito satisfeito com o resultado, o que abriu uma gama de possibilidades para personalização. Desse modo, volto a desenvolver e aprimorar meu blog no serviço Micro.blog, não perdendo as facilidades que o serviço proporciona.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A propósito, vale a pena conhecer o &lt;a href=&#34;https://leandromaciel.blog/&#34;&gt;blog do Leandro Maciel&lt;/a&gt;. Trata-se de um espaço pessoal e autoral, com excelente conteúdo. Já está no meu &lt;a href=&#34;https://micro.vercosa.org/sobre/&#34;&gt;&lt;em&gt;blogroll&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description>
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      <title>IA pode aguçar a sua preguiça</title>
      <link>https://micro.vercosa.org/2026/02/21/ia-pode-aguar-a-sua.html</link>
      <pubDate>Sat, 21 Feb 2026 13:18:58 -0300</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Todos nós já estamos completamente envolvidos pela IA, desde as tarefas mais simples até as mais complexas. Eu, por exemplo, utilizo o Gemini e a Perplexity AI de várias maneiras no meu dia a dia, cada um com a sua especificidade e finalidade. No entanto, o medo constante de me achar cada vez mais dependente intelectualmente dessas ferramentas me assusta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa preocupação, ainda bem, não é só minha. Durante a sua participação na Cúpula de Impacto de IA, &lt;a href=&#34;https://embed.businessinsider.com/deepmind-ceo-demis-hassabis-ai-lazy-way-hurts-thinking-skills-2026-2&#34;&gt;o CEO da Google DeepMind&lt;/a&gt;, afirmou que o uso preguiçoso, ou seja, se utilizada como atalho, as ferramentas de IA podem comprometer o pensamento crítico. No entanto, se usada como ferramenta de aprendizado, a IA amplia suas capacidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vale ressaltar que o uso da inteligência artificial é uma questão de livre-arbítrio, podendo o usuário usá-la para seu crescimento intelectual ou apenas como uma muleta para agilizar seu trabalho tedioso. E, na minha opinião, as duas formas de utilizar a ferramenta são válidas, desde que sejam resguardadas as suas finalidades.&lt;/p&gt;
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      <title>Privacidade: Quem Realmente se Importa?</title>
      <link>https://micro.vercosa.org/2026/02/16/privacidade-quem-realmente-se-importa.html</link>
      <pubDate>Mon, 16 Feb 2026 22:26:56 -0300</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Recentemente, têm veiculado notícias de que o WhatsApp estaria “enganando” os usuários quanto à sua criptografia de ponta a ponta (E2EE). Uma ação coletiva no tribunal federal dos EUA alega que a promessa de criptografia é enganosa. A acusação surgiu a partir de relatos de que funcionários da Meta poderiam acessar mensagens por meio de sistemas internos; a empresa, no entanto, nega as acusações afirmando que “nem mesmo o WhatsApp” pode ler as mensagens do usuário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas quem, &lt;strong&gt;realmente&lt;/strong&gt;, se importa com a privacidade de suas mensagens?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Notícias como essa não são novidade nos últimos anos. Empresas como Google e Meta apresentam um modelo de negócios em que os dados de seus usuários são seus produtos. Essa coleta agressiva de dados, somada à tentativa de manter os usuários ligados nas telas praticamente 100% do tempo, levanta um questionamento muito pertinente na “era dos dados”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a ascensão de modelos de IA em todas as áreas, está cada vez mais difícil preservar sua privacidade na internet. Por exemplo, uma tendência que incentiva usuários de redes sociais a solicitar caricaturas próprias a esses modelos — incluindo nome e detalhes relacionados à profissão — representa um risco real, &lt;a href=&#34;https://www.theregister.com/2026/02/11/ai_caricatures_social_media_bad_security/&#34;&gt;alertam analistas de segurança&lt;/a&gt;. Isso pode abrir brechas que permitiriam a cibercriminosos usar ferramentas de inteligência para descobrir o e-mail, empregar ataques de phishing e até mesmo visualizar o histórico de &lt;em&gt;prompts&lt;/em&gt; caso obtivessem acesso ao login.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então surge novamente a pergunta. &lt;strong&gt;Quem, realmente, se importa com a privacidade de seus dados?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo diante de todos esses relatos, como a tendência das caricaturas e o uso de mensageiros com políticas de privacidade duvidosas, a utilização dessas ferramentas no dia a dia continua em alta. Nas últimas semanas, o status do meu WhatsApp — sim, eu uso o WhatsApp, porque sem ele fico quase incomunicável — foi tomado por diversas dessas caricaturas. Não observo uma preocupação consistente da população em proteger a privacidade de seus dados nas grandes redes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tenho a impressão de que, desde o início dos anos 2010, deixamos de ter uma vida verdadeiramente privada. Aparentemente, poucos se importam com isso, e a tendência é que a situação se agrave. Procuro fazer a minha parte: tento evitar serviços que exploram excessivamente meus dados e, sempre que possível, busco conscientizar as pessoas sobre os riscos de expor seus dados na rede mundial de computadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;PS.: &lt;em&gt;procuro usar o &lt;a href=&#34;https://signal.org/&#34;&gt;Signal &lt;/a&gt;como meu mensageiro principal, mas, infelizmente, ainda dependo muito do WhatsApp, principalmente para trabalho.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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      <title></title>
      <link>https://micro.vercosa.org/2026/02/15/a-versatilidade-de-construir-um.html</link>
      <pubDate>Sun, 15 Feb 2026 17:15:31 -0300</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;A versatilidade de construir um site estático com o Hugo é impressionante. Em questão de minutos, consegui adicionar um segundo idioma ao meu site. Agora, além do português do Brasil, ele também está disponível em inglês. Ainda preciso traduzir os posts antigos para o novo idioma, mas toda a estrutura e apresentação do site já se encontram disponíveis em inglês: &lt;a href=&#34;https://vercosa.org/en&#34;&gt;vercosa.org&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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      <title>Seu próprio espaço no meio do ruído da internet</title>
      <link>https://micro.vercosa.org/2026/02/08/seu-prprio-espao-no-meio.html</link>
      <pubDate>Sun, 08 Feb 2026 14:51:57 -0300</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Recentemente assisti a um &lt;a href=&#34;https://youtu.be/bZTEWNwt9FQ?si=IeIu3eHqV2LAtiRp&#34;&gt;vídeo de Vladimir Campos&lt;/a&gt; no qual ele incentiva a criação de um blog pessoal. A proposta é bastante pertinente e reflete um movimento crescente de conscientização entre pessoas que, &lt;a href=&#34;https://tiagolima.me/2026/01/25/o-caminho-de-volta-ao.html&#34;&gt;assim como eu&lt;/a&gt;, se sentem sufocadas pelos algoritmos invasivos das grandes plataformas digitais. Além disso, &lt;a href=&#34;https://crieaporradeum.blog/&#34;&gt;há uma postagem&lt;/a&gt;, escrita em tom divertido e jocoso, em um blog que apresenta, de forma bastante bem-humorada, as vantagens de manter um espaço próprio na internet.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Retomando o vídeo, o apresentador destaca o quanto pode ser gratificante construir a própria “morada” na internet, moldada pelo seu estilo e pela sua personalidade. Cada blog acaba sendo único, refletindo, dentro do possível, carregando a natureza de quem o cria. Pode-se até argumentar que falta conhecimento técnico para colocar um blog no ar ou mesmo para hospedar um site pessoal. No entanto, é justamente nesse processo de descoberta, aprendizado e construção que reside grande parte do encanto dessa experiência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não é necessário fazer tudo de uma só vez, nem construir algo completo da noite para o dia. O aprendizado envolvido na criação do blog faz parte do processo, assim como os erros que surgem ao longo do caminho. Com o auxílio das diversas ferramentas de inteligência artificial disponíveis, é possível pesquisar, tirar dúvidas e aprender gradualmente. Esse percurso, feito passo a passo, acaba criando um certo apego emocional àquilo que está sendo desenvolvido, afinal, trata-se de algo que você constrói, ajusta e evolui com o tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o blog estruturado, funcional e pronto para uso, sem a necessidade de ser algo grandioso ou sofisticado, bastando que seja autêntico e reflita o seu gosto, chega o momento de publicar e produzir conteúdo. É a oportunidade de exercitar a escrita, dedicando mais atenção e cuidado ao que será compartilhado. Diferentemente da interações efêmeras, como os comentários em fotos ou respostas rápidas em publicações alheias, o que é publicado em um blog tende a ser mais duradouro. Trata-se do seu espaço e da forma como você escolhe se apresentar ao mundo por meio da internet. Escrever é um exercício exigente, e somente a prática contínua permite o desenvolvimento de textos mais consistentes e bem elaborados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Espero que, nos próximos anos, a quantidade de blogs continue a crescer. Faz-se necessário resgatar interações mais humanas na internet, reduzindo a dependência de sistemas automatizados que, muitas vezes, direcionam nossa atenção e consomem um tempo que poderia ser empregado de forma mais consciente e proveitosa.&lt;/p&gt;
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      <title></title>
      <link>https://micro.vercosa.org/2026/02/07/observando-e-testando-com-curiosidade.html</link>
      <pubDate>Sat, 07 Feb 2026 12:47:37 -0300</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Observando e testando, com curiosidade, o tema &lt;a href=&#34;https://imfing.github.io/hextra/&#34;&gt;Hextra&lt;/a&gt;￼ para colocar no ar o meu projeto pessoal. Gostei bastante da forma como o tema separa as postagens do blog de uma seção chamada Documentação (&lt;em&gt;Documentation&lt;/em&gt;). Esta última parece ideal para o que estou pensando em desenvolver. Não se trata exatamente de uma documentação, mas de algo semelhante. Preciso de uma estrutura organizada, com hierarquia e conexões coerentes entre os temas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vai dar um pouco de trabalho, mas será prazeroso iniciar esse projeto. Exigirá muita dedicação e conhecimento técnico, além de experiência, para que tudo funcione como imagino. Ainda assim, acredito que minha maior dificuldade será encontrar o tempo necessário para manter a constância na evolução do projeto. Atualmente, só disponho dos fins de semana para trabalhar nele e, às vezes, nem todos estão disponíveis.&lt;/p&gt;
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    </item>
    
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      <title>O caminho de volta ao blog</title>
      <link>https://micro.vercosa.org/2026/01/25/o-caminho-de-volta-ao.html</link>
      <pubDate>Sun, 25 Jan 2026 22:25:09 -0300</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;&lt;img src=&#34;https://cdn.uploads.micro.blog/163319/2026/old-pc.png&#34; alt=&#34;Escritório nostálgico&#34;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro &lt;em&gt;long-post&lt;/em&gt; no blog não poderia ser diferente: precisava contar o que me fez sair das redes sociais e me aventurar na criação deste blog. O desejo de criar um blog não é recente e remete ao início dos anos 2000. Não vou escrever neste post toda essa história, até porque ficaria enfadonho, mas, em publicações futuras, pretendo contar um pouco de como surgiu a minha vontade de criar um blog.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recordo-me de que, naquela época, navegava pela internet e via uma enxurrada de blogs sobre os mais diversos assuntos. Com o tempo, essa quantidade de sites, que tinham a cara de seus criadores, foi diminuindo e dando lugar às grandes empresas de tecnologia e às suas redes sociais centralizadas. Foi então que surgiram os hoje falecidos Orkut (2004) e MySpace (2002/2003), bem como os ainda em operação Facebook (2004), Twitter/X (2006) e LinkedIn (2003), entre outros menos conhecidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a evolução dessas redes, passei a experimentar um ambiente saturado por propagandas, rastreadores, robôs, manipulações de feed, algoritmos viciantes e as já famigeradas rolagens infinitas. Havia momentos em que entrava em um túnel que, quando me dava conta, já haviam se passado vários minutos da minha vida, fazendo absolutamente nada. &lt;strong&gt;Precisava parar!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nessa busca por uma alternativa, resolvi me afastar cada vez mais das redes sociais tradicionais e centralizadas para me aventurar na blogosfera. Após inúmeras tentativas frustradas de conectar o blog aos protocolos &lt;a href=&#34;https://activitypub.rocks/&#34;&gt;ActivityPub&lt;/a&gt; e &lt;a href=&#34;https://atproto.com/&#34;&gt;AT Protocol&lt;/a&gt;, a fim de obter interações vindas do &lt;a href=&#34;https://mastodon.social/@vercosa&#34;&gt;Mastodon&lt;/a&gt; e do &lt;a href=&#34;https://bsky.app/profile/tiagolima.me&#34;&gt;Bluesky&lt;/a&gt;, respectivamente, veio a escolha pelo &lt;a href=&#34;https://micro.blog/vercosa&#34;&gt;Micro.blog&lt;/a&gt;. A plataforma ofereceu diversas facilidades, permitindo a publicação tanto de posts curtos quanto de ensaios mais longos, além do &lt;em&gt;cross-posting&lt;/em&gt; entre várias plataformas, poupando-me um tempo que muitas vezes não tenho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por meio de um agregador, consegui reencontrar uma tranquilidade na internet que havia anos não experimentava. Agora sigo apenas blogs sobre temas que realmente me interessam e que agregam de alguma forma, seja por conhecimento, informação ou simples distração. E, se eu puder lhe dar uma sugestão: crie um blog e fuja das manipulações que as redes sociais nos impõem.&lt;/p&gt;
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