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    <title>Technology on Tiago Lima</title>
    <link>https://micro.vercosa.org/categories/technology/</link>
    <description></description>
    
    <language>pt</language>
    
    <lastBuildDate>Sat, 25 Jul 2026 12:31:24 -0300</lastBuildDate>
    
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      <title>Talvez eu finalmente queira um dobrável</title>
      <link>https://micro.vercosa.org/2026/07/25/talvez-eu-finalmente-queira-um.html</link>
      <pubDate>Sat, 25 Jul 2026 12:31:24 -0300</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Nem me lembro da última vez em que um smartphone Android realmente chamou a minha atenção. Meu último Android como aparelho principal foi um Samsung Galaxy S21. Eu havia acabado de trocar um S10+ por ele e já estava com a sensação de que era tudo &amp;ldquo;mais do mesmo&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo durante a febre dos celulares dobráveis, o único formato que despertou algum interesse em mim foi o dos modelos &lt;em&gt;flip&lt;/em&gt;, como a linha Galaxy Z Flip, da própria Samsung.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, no lançamento recente da Samsung, em Londres, a empresa apresentou um novo formato de dobrável, que vem sendo divulgado como &lt;em&gt;passport&lt;/em&gt;, e, confesso, ele chamou bastante a minha atenção. O &lt;strong&gt;Samsung Galaxy Z Fold 8&lt;/strong&gt;, com esse novo design, despertou aquela vontade de experimentar o aparelho. Não por causa do sistema operacional ou da marca, mas pelo formato em si.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A impressão que tenho é que ele pode ser mais confortável tanto para transportar no bolso quanto para produzir conteúdo, trabalhar e consumir mídia, especialmente vídeos no YouTube, filmes e séries.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confesso que, quando ele chegar às lojas, vou querer vê-lo de perto para descobrir se essa impressão faz sentido ou se é apenas entusiasmo de lançamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se vou comprar? Aí já é outra história. 💸🥲&lt;/p&gt;
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      <title></title>
      <link>https://micro.vercosa.org/2026/07/12/com-a-rotina-que-venho.html</link>
      <pubDate>Sun, 12 Jul 2026 14:34:10 -0300</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Com a rotina que venho mantendo nos últimos três anos, tornou-se impraticável usar o &lt;a href=&#34;https://archlinux.org&#34;&gt;Arch Linux&lt;/a&gt; como distribuição principal no meu laptop. Como às vezes passo semanas sem atualizar o sistema, quando finalmente faço a atualização, quase sempre algum pacote acaba apresentando problemas. No fim, preciso dedicar um tempo considerável para corrigir essas falhas e deixar o computador utilizável novamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Após alguns conselhos de colegas, resolvi instalar o &lt;a href=&#34;https://fedoraproject.org/&#34;&gt;Fedora&lt;/a&gt;. Apesar de usar distribuições Linux desde meados de 2008, esta será a primeira vez que utilizarei o Fedora.&lt;/p&gt;
&lt;img src=&#34;https://cdn.uploads.micro.blog/163319/2026/screenshot-from-2026-07-12-14-26-05.png&#34; width=&#34;600&#34; height=&#34;476&#34; alt=&#34;&#34;&gt;
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      <title></title>
      <link>https://micro.vercosa.org/2026/06/20/sempre-gostei-muito-do-windows.html</link>
      <pubDate>Sat, 20 Jun 2026 18:45:06 -0300</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Sempre gostei muito do Windows, até porque foi o primeiro sistema operacional que usei, lá no final de 1995 — o Windows 95. Mas, atualmente, é o pior SO. Desnecessariamente inchado, com anúncios no menu Iniciar, atualizações forçadas que interrompem o fluxo de trabalho, telemetria pesada por todos os lados, visual pouco polido e que ainda exige cuidados constantes para funcionar bem.&lt;/p&gt;
&lt;div style=&#34;text-align: center;&#34;&gt;
  &lt;img src=&#34;https://cdn.uploads.micro.blog/163319/2026/image.png&#34;
       alt=&#34;Tela inicial do Windows 95&#34;
       style=&#34;width: 50%;&#34;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Comparado ao macOS — polido, sem anúncios e com ótima integração — e às distribuições Linux — que oferecem liberdade, eficiência e leveza —, o Windows se tornou o pior entre os sistemas operacionais para computadores. E o pior, não vemos a Microsoft fazer nada para mudar esse cenário.&lt;/p&gt;
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      <title></title>
      <link>https://micro.vercosa.org/2026/06/01/qual-o-problema-de-as.html</link>
      <pubDate>Mon, 01 Jun 2026 22:03:07 -0300</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Qual é o problema de as grandes empresas de tecnologia não fornecerem um serviço de WebDAV? Tudo bem que o protocolo é antigo, mas é muito útil para acessar arquivos em servidores remotos como se fossem locais, além de possuir uma conexão facilitada com alguns aplicativos. Agora, estou precisando de mais armazenamento no &lt;a href=&#34;https://www.zotero.org/&#34;&gt;Zotero&lt;/a&gt; e, como ele suporta WebDAV, seria uma ótima solução para mim. Fuçando a internet, encontrei o &lt;a href=&#34;https://www.koofr.eu/&#34;&gt;Koofr&lt;/a&gt;, um serviço que eu não conheço, mas vale a pena testar para, pelo menos, usar o WebDAV e armazenar os PDFs do Zotero.&lt;/p&gt;
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      <title>Ainda tem salvação?</title>
      <link>https://micro.vercosa.org/2026/05/21/ainda-tem-salvao.html</link>
      <pubDate>Thu, 21 May 2026 22:48:26 -0300</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Eu posso estar enganado, mas parece que a Microsoft, a cada ano, vem se sabotando. O &lt;em&gt;enshittification&lt;/em&gt; do Windows 11 é um dos sinais mais claros. O sistema operacional é um amontoado de retalhos, ainda com códigos do extinto Windows 95, cheio de botões do Copilot desnecessários, um &lt;em&gt;explorer&lt;/em&gt; lento&amp;hellip; ainda por cima tenta empurrar anúncios em um produto que já é pago, ou seja, além de pagar pelo produto, sou obrigado a ficar vendo anúncios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu estou me desfazendo do único produto que ainda possuo da Microsoft, o Microsoft 365 &lt;strong&gt;Copilot&lt;/strong&gt; — tem Copilot em tudo —, porque o serviço parou de funcionar do nada no meu computador. Isso me forçou a ter que baixar manualmente, direto do navegador, todos os meus arquivos que estavam sincronizados para continuar trabalhando.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não sei se o que prometeram em um &lt;a href=&#34;https://blogs.windows.com/windows-insider/2026/03/20/our-commitment-to-windows-quality/&#34;&gt;post no Blog oficial&lt;/a&gt; será o suficiente para &amp;ldquo;salvar&amp;rdquo; o Windows, que está perdendo mercado a cada passo.&lt;/p&gt;
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    </item>
    
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      <title>Do Campo de Batalha ao Laboratório</title>
      <link>https://micro.vercosa.org/2026/04/22/do-campo-de-batalha-ao.html</link>
      <pubDate>Wed, 22 Apr 2026 00:24:34 -0300</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;É indiscutível que as guerras são acontecimentos históricos catastróficos que assolam a humanidade. Ainda assim, conflitos bélicos atuam historicamente como catalisadores de inovação, forçando a humanidade a superar limites técnicos sob a pressão existencial da sobrevivência. O radar, a energia nuclear e a &lt;a href=&#34;https://pt.wikipedia.org/wiki/ARPANET&#34;&gt;ARPANET&lt;/a&gt; são exemplos concretos de quanto a humanidade avançou tecnologicamente em meio à tensão da Segunda Guerra Mundial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A computação segue a mesma lógica. Em um livro de referência sobre simulações computacionais que li recentemente, o argumento aparece de forma direta:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Computer simulation started as a tool to exploit the electronic computing machines that had been developed during and after the Second World War. These machines had been built to perform the very heavy computation involved in the development of nuclear weapons and code-breaking. In the early 1950s, electronic computers became partly available for non-military use and this was the beginning of the discipline of computer simulation.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Antes desse salto, o que existia era a computação analógica e a análise numérica manual. Havia alguns trabalhos sobre resolução mecânica de equações, mas nada comparado ao que conhecemos hoje como simulações computacionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O marco dessa transição ocorreu no Los Alamos National Laboratory, nos Estados Unidos. Em 1953, o MANIAC — um dos computadores mais poderosos da época — foi utilizado para a primeira simulação computacional de líquidos, utilizando o &lt;a href=&#34;https://pt.wikipedia.org/wiki/Algoritmo_de_Metropolis%E2%80%93Hastings&#34;&gt;Algoritmo de Metropolis&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;figure&gt;
  &lt;img src=&#34;https://cdn.uploads.micro.blog/163319/2026/maniac-computer.webp&#34; width=&#34;600&#34; height=&#34;399&#34; alt=&#34;Computador MANIAC no Los Alamos National Laboratory&#34;&gt;
  &lt;figcaption&gt;O computador MANIAC, utilizado em 1953 para as primeiras simulações de Monte Carlo. &lt;a href=&#34;https://www.computerhistory.org/revolution/supercomputers/10/28/46&#34; target=&#34;_blank&#34;&gt;Purchase of the Computer History Museum&lt;/a&gt; &lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;A computação evoluiu muito nos setenta anos que se seguiram. Hoje, as simulações computacionais podem ser comparadas diretamente com experimentos reais: testando modelos e oferecendo &lt;em&gt;insights&lt;/em&gt; aos experimentalistas na interpretação de novos resultados. Essa capacidade de cruzar modelos teóricos com previsões verificáveis é o que qualifica as simulações ao nome de experimentos computacionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ferramentas como &lt;a href=&#34;https://www.lammps.org/#gsc.tab=0&#34;&gt;LAMMPS&lt;/a&gt; e &lt;a href=&#34;https://www.quantum-espresso.org/&#34;&gt;Quantum ESPRESSO&lt;/a&gt; — que utilizo no meu próprio trabalho de doutorado — são o ápice de uma jornada de mais de meio século, desbravada por pessoas com um conhecimento incrível e uma visão extraordinária para a época.&lt;/p&gt;
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      <title></title>
      <link>https://micro.vercosa.org/2026/04/03/acabei-de-ajustar-as-configuraes.html</link>
      <pubDate>Fri, 03 Apr 2026 00:42:57 -0300</pubDate>
      
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      <description>&lt;p&gt;Acabei de ajustar as configurações da minha antiga instalação do Archlinux no meu computador antigo. Para mim, isso é extremamente nostálgico, já que foi durante a pandemia que moldei todo o meu fluxo de trabalho para o Arch e, ao restaurá-lo, trouxe boas recordações. &lt;strong&gt;É ótimo ter um sistema que realmente é seu!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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      <title>Quando a dúvida durava um dia</title>
      <link>https://micro.vercosa.org/2026/03/24/quando-a-dvida-durava-um.html</link>
      <pubDate>Tue, 24 Mar 2026 23:05:04 -0300</pubDate>
      
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      <description>&lt;img src=&#34;https://cdn.uploads.micro.blog/163319/2026/estudo-manual.webp&#34; alt=&#34;Uma pessoa está escrevendo em um caderno ao lado de um livro aberto sobre uma mesa de madeira.&#34;&gt;
&lt;p&gt;Ao longo da semana, em conversas com amigos, rememorei o modo como eu e meus colegas estudamos durante a nossa graduação, de 2006 a 2011. Na época, nós não tínhamos acesso a notebooks, laptops e muito menos smartphones — que surgiram como conhecemos hoje em 2007. O processo de aprendizado era totalmente manual, utilizando livros, artigos impressos e a escrita. Não existiam tablets capazes de armazenar dezenas de livros e artigos em um único local.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante esse período, com frequência me recordo de que, ao estudar, mantinha um pequeno caderno onde registrava minhas dúvidas, trechos, referências, entre outros elementos que me atraíam e que, obviamente, me ajudariam a ser aprovado nas disciplinas. Lembro-me de várias vezes em que tinha de esperar chegar à biblioteca, passar alguns bons minutos para encontrar um livro que respondesse às minhas perguntas. Nada ocorria imediatamente. Às vezes, a dúvida era “carregada” de um dia para o outro, já que não tinha acesso a livros acadêmicos fora da universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Era uma época em que nenhuma solução era imediata! Tudo precisava esperar, seja para chegar à biblioteca no dia seguinte para pegar o livro &lt;em&gt;x&lt;/em&gt; ou para falar com o professor &lt;em&gt;y&lt;/em&gt;, isso quando estavam disponíveis. Cansei de ir à biblioteca e encontrar o livro que procurava emprestado! Nesse caso, o tempo de espera para esclarecer minhas dúvidas era bem maior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recentemente, retornei à vida acadêmica e percebi o quão rápido podemos encontrar respostas para as nossas dúvidas. Tenho um dispositivo com dezenas de livros de meu interesse e internet acessível a qualquer momento para realizar pesquisas. Hoje, não há espera!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como tudo se tornou tão rápido e tão imediato, às vezes eu tenho a sensação de que poderia fazer mais, produzir mais. Não me recordo de ter vivenciado isso na época da graduação. Naquele período, era mais leve, embora me sentisse pressionado nos estudos — até porque conduzir um curso de física nunca foi fácil —, fazia o meu melhor, mas não tinha o sentimento de que podia ser mais produtivo. É um sentimento estranho que, às vezes, leva a um estresse desnecessário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É inegável a evolução que o acesso à tecnologia traz à sociedade, mas eu acredito que ainda não sabemos como lidar com toda essa evolução que nos foi apresentada ao longo da última década. Muita coisa mudou desde a conclusão da minha graduação e, claro, o acesso às tecnologias tem um papel central nessa mudança.&lt;/p&gt;
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