Sabe, tudo o que estamos presenciando neste período eleitoral George Orwell já havia escrito, de forma clara e contundente, há mais de meio século.

Testando o Helium no meu computador principal. Já gostei bastante do minimalismo: sem bloat, muito leve, com uma interface bem limpa e, o mais importante, sem IA embutida. Tirando o Zen, que já uso há algum tempo, fazia tempo que eu não encontrava um navegador baseado em Chromium tão minimalista e sem trackers.

Acabei de descobrir, pelo puro acaso, que o aplicativo Reader da Readwise também pode ser um excelente leitor de ebooks. E, como as marcações se integram automaticamente ao Readwise, elas vão parar diretamente no meu Obsidian para uma reflexão mais profunda. Vou utilizá-lo nas minhas próximas leituras.

Acabei de dar uma navegada pelo tweet e é extremamente nostálgico. Lembra muito os primórdios do Twitter, até o pássaro da logo marca está muito parecido. A proposta é bem interessante, só espero que não vire mais uma plataforma cheia de bots e trolls.

Final de domingo com essa bela imagem da lua. 🌒 📷

“A lua silenciosa passa ignorando os latidos; assim os homens probos, calmos e honrados sorriem dos insultos e das línguas hipócritas.” — Georg Stiernhielm

Uma torre de transmissão está iluminada à noite sob um céu escuro com a lua crescente e algumas estrelas visíveis.

Mais uma etapa do meu site concluída. Agora, ele está com o domínio correto, e a minha página no Micro.blog está apontando para um subdomínio. Também fiz alguns ajustes no css para deixar o schema de cores mais consistente com a paleta Flexoki, criada por Kepano.

Ainda falta atualizar todos os posts do blog, mas a maioria das minhas publicações acadêmicas já foi adicionada.

Uso o Neovim desde meados de 2016 e sempre “travava uma batalha” com meus arquivos de configuração. Perdi as contas de quantas vezes passei um tempão configurando o ambiente, isso quando não aparecia algum bug, seja por descuido ou por alguma atualização. Agora, com essas IAs, monto tudo do jeito que quero e, se houver algum problema, uso o Claude Code para ajustar o que está “desalinhado”. Não levo mais de 10 minutos para deixar tudo alinhado.

É bizarro imaginar que grande parte da matemática aprendida no colégio mantém raízes profundas na Antiguidade clássica e no século XVII. A física, por outro lado, é um pouco diferente, incorporando debates que avançam até meados da década de 1920 — mesmo que superficialmente. No mundo contemporâneo, é notória a necessidade de aprimorar essas bases curriculares, já que as tecnologias atuais exigem uma formação matemática mais sólida do que a apresentada atualmente.

Com a crescente preocupação com a privacidade online, voltei, após alguns anos, a usar a minha chave PGP, que estava guardada a sete chaves. Eu usava na época em que estava aprendendo empacotamento de software, na DebConf de 2020. Agora o objetivo é usar a minha chave, que está segura, para utilizar nos meus e-mails, assinaturas de commits e demais atividades que requerem uma maior proteção.

Que notícia triste. Eu, como um amante de livros, da história, do conhecimento humano e da ciência, acabei de ler uma notícia que muito me entristeceu. Em uma newsletter que recebo diariamente, li a notícia de que a Amazon destrói exemplares de livros que normalmente são obras antigas, nunca traduzidas ou com distribuição limitada, mas que ainda podem ter valor histórico e intelectual. Essa prática é feita após a empresa treinar IA, em um galpão identificado como VGT3. A reportagem do Ars Technica relata que a Amazon compra lotes de livros raros e antigos com esse propósito.

Talvez eu finalmente queira um dobrável

Nem me lembro da última vez em que um smartphone Android realmente chamou a minha atenção. Meu último Android como aparelho principal foi um Samsung Galaxy S21. Eu havia acabado de trocar um S10+ por ele e já estava com a sensação de que era tudo “mais do mesmo”. Mesmo durante a febre dos celulares dobráveis, o único formato que despertou algum interesse em mim foi o dos modelos flip, como a linha Galaxy Z Flip, da própria Samsung.

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Com a rotina que venho mantendo nos últimos três anos, tornou-se impraticável usar o Arch Linux como distribuição principal no meu laptop. Como às vezes passo semanas sem atualizar o sistema, quando finalmente faço a atualização, quase sempre algum pacote acaba apresentando problemas. No fim, preciso dedicar um tempo considerável para corrigir essas falhas e deixar o computador utilizável novamente.

Após alguns conselhos de colegas, resolvi instalar o Fedora. Apesar de usar distribuições Linux desde meados de 2008, esta será a primeira vez que utilizarei o Fedora.

Sempre gostei muito do Windows, até porque foi o primeiro sistema operacional que usei, lá no final de 1995 — o Windows 95. Mas, atualmente, é o pior SO. Desnecessariamente inchado, com anúncios no menu Iniciar, atualizações forçadas que interrompem o fluxo de trabalho, telemetria pesada por todos os lados, visual pouco polido e que ainda exige cuidados constantes para funcionar bem.

Tela inicial do Windows 95

Comparado ao macOS — polido, sem anúncios e com ótima integração — e às distribuições Linux — que oferecem liberdade, eficiência e leveza —, o Windows se tornou o pior entre os sistemas operacionais para computadores. E o pior, não vemos a Microsoft fazer nada para mudar esse cenário.